“Além disso, os dados disponibilizados pelo Inpe foram descontinuados a partir do ano de 2023, deixando uma lacuna de informações importantes para subsidiar a definição de políticas públicas e ações concretas de meio ambiente e de saúde no estado de Mato Grosso”, afirmou. 

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Conforme a secretária, dos 30 sensores adquiridos para o acompanhamento  da qualidade do ar, 25 são da marca Purple Air que monitoram em tempo real (geralmente a cada 5 minutos), as concentrações de material particulado, principal poluente emitido pelas queimadas. Também foram instalados na Baixada Cuiabana, cinco sensores para gases poluentes, da marca Thermo, como dióxido de enxofre (SO2), óxidos de nitrogênio (NOx), monóxido de carbono (CO) e ozônio troposférico (O3).

Além de Cuiabá e Várzea Grande, os municípios de Barão de Melgaço, Poconé, Barra do Bugres e Primavera do Leste, Campo Novo do Parecis e São Félix do Araguaia já tiveram sensores instalados. Mais oito municípios do interior terão sensores instalados até o fim de 2025, são eles: Sinop, Alta Floresta, Rondonópolis, Barra do Garças, Guarantã do Norte, Nova Mutum, Alto Araguaia e Feliz Natal. A meta é que até o final de 2026, sejam instalados sensores nos 142 municípios de Mato Grosso.

A solenidade de lançamento da Plataforma de Monitoramento de Qualidade do Ar contou com a participação de diversas autoridades, entre elas, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi, a deputada Sheila Klener, a prefeita municipal de Várzea Grande, Flávia Moretti, a superintendente do Ibama, Cibele Madalena Xavier, e o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra.