EM CUIABÁ

“Um candidato imbatível ao Senado”, diz Doria sobre Mauro Mendes disputar vaga no Congresso Nacional

O ex-governador de São Paulo, não poupou elogios a Mendes, e afirmou disse que se o seu título de eleitor fosse de Mato Grosso, votaria em Mauro.
Reprodução Instagram

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O ex-governador de São Paulo, João Doria (sem partido), afirmou que o governador Mauro Mendes (União Brasil) é um “candidato imbatível” ao Senado nas eleições 2026. A declaração foi dada durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (19), no Palácio Paiaguás. Doria cumpre agenda em Mato Grosso nesta quarta, em evento do Grupo de Líderes Empresariais (LIDE).

O ex-governador de São Paulo, não poupou elogios a Mendes, e afirmou disse que se o seu título de eleitor fosse de Mato Grosso, votaria em Mauro.

“Se eu aqui vivesse e tivesse título de eleitor, eu votaria em Mauro Mendes. Sem a menor dúvida disso. O histórico de 6 anos de governo, ainda dois a serem cumpridos, fazem dele um candidato, a meu ver, imbatível ao Senado do seu Estado. Principalmente diante de seu reconhecimento do estado, a sua eficiência, a sua probidade e a liderança que ele exerceu aqui”, declarou Doria.

Mauro Mendes é um dos nomes cotados no grupo de políticos da direita para a disputa uma vaga no senado nas eleições em 2026. No entanto, mauro tem evitado falar das eleições e afirmou que irá decidir se concorre ao cargo em março de 2026, prazo limite dado pela Justiça Eleitoral.

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O ex-governador de São Paulo, atualmente se dedica ao setor privado como fundador e presidente do do LIDE. Questionado sobre retornar a política, Doria descartou qualquer possibilidade.

“Eu não pretendo voltar à política, eu deixei a política sem acusar ninguém, sem mágoa, sem ressentimento. Aliás, quero ressaltar que sem política não se faz democracia”, afirmou o ex-governador paulista.

Ele também defendeu o papel das instituições e reforçou seu distanciamento da vida partidária. “Nós estamos dentro de um regime democrático, é preciso respeitar a política no seu exercício, tanto no legislativo, no executivo e no judiciário. Mas eu hoje não tenho nenhum vínculo partidário, nem pretendo ter e muito menos nenhuma propositura de ordem eleitoral”.

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