Janaina diz que apoio da AL foi decisivo para bons resultados da gestão do governo Mauro

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A deputada estadual Janaina Riva (MDB) afirmou reconhecer os resultados positivos da gestão do governador Mauro Mendes (União) e atribuiu parte do desempenho do governo às decisões tomadas em conjunto com a Assembleia Legislativa, especialmente em momentos de dificuldade fiscal do Estado.

Em entrevista ao Pongó News, da rádio Capital FM, a parlamentar destacou que o Legislativo teve papel ativo na aprovação de medidas consideradas impopulares, mas necessárias para a recuperação das contas públicas.

“Reconheço que o governo Mauro foi um governo muito bom, eu sempre falo isso. E nós [deputados] ajudamos a fazer isso, votamos várias pautas impopulares na Assembleia”, afirmou.

Janaina explicou que o equilíbrio entre Executivo e Legislativo foi determinante para os avanços alcançados. Segundo ela, o diálogo permitiu a construção de consensos que garantiram estabilidade fiscal e segurança para o setor produtivo.

“O Governo manda 8, a AL quer 80 e lá a gente chega a um meio termo. E isso fez com que tanto o estado esteja em boas condições, como as empresas e indústrias sobrevivam no estado. Esse equilíbrio é muito importante”, acrescentou.

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Pré-candidata ao Senado Federal em 2026, a deputada também admitiu que tem o desejo de disputar o comando do Executivo estadual no futuro.

“Obviamente, tenho vontade de ser governadora, quem não tem? Acho que todos nós que estamos na política sonhamos em um dia ser governadora”, disse.

Ao comentar suas ideias sobre gestão pública, Janaina defendeu uma estrutura administrativa mais eficiente e menos inchada.

“Eu penso no Executivo, tenho algumas ideias. Gosto de uma máquina mais enxuta, acho que hoje as máquinas ainda são muito abarrotadas de cargos e secretarias, que deveriam ficar mais pros municípios, pois o efeito prático não é tão grande como poderia ser lá na ponta”, afirmou.

A deputada encerrou reforçando a necessidade de otimização da estrutura estadual para melhorar a entrega dos serviços públicos.

“Acho ainda que o estado está muito inchado perto do que poderia ser e poderia otimizar hoje para que o serviço chegue de forma mais eficiente lá na ponta”, concluiu.

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