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Mauro Carvalho nega volta à Casa Civil e diz que vai focar na articulação de 2026

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O suplente de senador e presidente da federação PRD e Solidariedade em Mato Grosso, Mauro Carvalho, negou que vá retornar à Casa Civil do Governo do Estado após a saída do atual secretário-chefe, Fábio Garcia (União Brasil), prevista para o início do próximo ano.

Fábio, que é deputado federal licenciado, deve deixar o cargo em abril, conforme o prazo determinado pela legislação eleitoral, para disputar novamente uma vaga na Câmara dos Deputados em 2026.

A possibilidade de Mauro Carvalho reassumir a Casa Civil voltou a circular devido à frequente presença dele em eventos do Palácio Paiaguás, o que levantou especulações sobre uma possível volta ao núcleo central do governo.

“Eu nunca conversei com o governador Mauro Mendes a esse respeito. Posso estar aparecendo mais na imprensa com relação às minhas visitas aqui no Palácio, mas sempre visitei o Palácio, falo com o governador Mauro Mendes diariamente, estamos sempre juntos. Nunca perdi esse vínculo com o Palácio”, afirmou.

Carvalho afirmou que sua prioridade, neste momento, é a organização da federação partidária, com foco na montagem de chapas proporcionais para as eleições de 2026. Segundo ele, o objetivo é garantir candidaturas competitivas tanto para deputado estadual quanto federal.

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“Eu não tenho intenção de voltar para a Casa Civil, porque, como presidente de uma federação, tenho compromisso muito forte com os candidatos a deputado estadual e federal”, destacou.

O dirigente também confirmou que há articulações para que o PRD-Solidariedade participe de chapas majoritárias, podendo indicar nomes para suplências no Senado e até vice-governador.

“Minha presença na federação vai ser muito importante para coordenar essa campanha eleitoral, ajudando a aliança que vai ser formada no ano que vem”, completou.

Carvalho reafirmou o apoio político da federação à pré-candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao governo de Mato Grosso, e à disputa de Mauro Mendes por uma vaga no Senado Federal.

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