EM COLNIZA

Juiz diz que suspeita de ligação com facção não autorizaria “fazer justiça” e decreta prisão preventiva de PM

o magistrado autorizou uma busca e apreensão na casa do militar  para apreensão de eventuais armas
Reprodução/montagem

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O juiz Guilherme Leite Roriz, decretou a prisão preventiva do subtenente aposentado da Polícia Militar Elias Ribeiro da Silva, acusado de matar o jovem Claudemir Sá Ribeiro, na noite de domingo (23), em um bar de Colniza ( a 1.050 km de Cuiabá). A decisão foi proferida durante audiência de custódia realizada na tarde de segunda-feira (24),

O magistrado destacou qque a prisão preventiva se faz necessária diante da “gravidade do crime”.

O policial, que atuava como diretor da Escola Militar Tiradentes da cidade, será encaminhado para a unidade prisional militar de Chapada dos Guimarães. Ele foi exonerado do cargo. 

O crime foi registrado por câmeras de segurança. Nas imagens é possível ver o momento que Elias indo até a mesa onde a vítima estava sentada com dois amigos. Após poucos segundos de conversa, Elias sacou a arma e atirou no rapaz. Ele fugiu do local, mas foi preso em flagrante momentos depois. 

Na decisão, o juiz classificou a conduta de Elias como “reprovável do ponto de vista social e da civilidade”. O magistrado ainda destacou que a alegação de que a vítima seria membro de facção criminosa não autorizaria o militar aposentado a fazer justiça com as próprias mãos.

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“A suposta participação da vítima em facção criminosa não autoriza o custodiado a agir por conta própria, cabendo às autoridades constituídas, por meio da Polícia Civil, do Ministério Público e do Poder Judiciário, não persistindo a necessidade de ‘justiça com as próprias mãos'”, destacou.

O magistrado também autorizou uma busca e apreensão na casa do militar  para apreensão de eventuais armas

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