EM VÁRZEA GRANDE

Filha de adolescente assassinada recebe alta e já está em casa de avó materna

A adolescente foi morta pela bombeira civil Nataly Helen Martins Pereira, de 25 anos

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A recém-nascida filha da adolescente Emily Azevedo Sena, de 16 anos, que foi assassinada na ultima quarta-feira (12), em Cuiabá, deixou o Hospital Santa Helena no sábado (15), após passar por todos os exames necessários.  A adolescente foi morta pela bombeira civil Nataly Helen Martins Pereira, de 25 anos. A ideia da assassina confessa era ficar com a criança.

A bebê está na casa da avó materna, Ana Paula Azevedo, onde será cuidada pela família, incluindo o pai, que vai se mudar para sua casa para ter mais auxílio. Em entrevista a TV Record nesta segunda-feira (17), a avó disse que mesmo estando com o coração quebrando está feliz.

“Estou muito feliz, mas ao mesmo tempo com o coração quebrado. Hoje foi o dia mais difícil da minha vida. Agora ela vai para minha casa, e o pai também vai, para que eu possa estar auxiliando”, disse. 

Relembre o caso

A adolescente Emily Azevedo Sena, de 16 anos, que estava grávida, foi morta e teve bebê retirado de sua barriga de forma cruel e depois foi enterrada em uma cova rasa no quintal de uma casa no bairro Jardim Florianópolis, em Cuiabá.

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O crime ocorreu na quarta-feira (12), quando a vítima saiu de casa no bairro São Mateus, em Várzea Grande, para buscar doações de roupas para seu bebê, mas o corpo só foi encontrado na manhã de quinta-feira (13).

Na quinta-feira (13), Nataly Helen e o marido procuraram o Hospital Santa Helena, em Cuiabá, para registrar um bebê recém-nascido, com a alegação de que a criança tinha nascido em casa.

A equipe médica estranhou o comportamento da mulher, que afirmava ter dado à luz recentemente. Diante da suspeita, os profissionais acionaram a Polícia, que deteve o casal e os encaminhou à delegacia. Exames mais detalhados foram realizados e determinaram que a mulher não estava, de fato, grávida.  

O delegado Caio Albuquerque afirmou que o corpo da vítima foi encontrado em uma cova rasa, com sinais de enforcamento com fios de internet e cortes na barriga para a retirada do bebê. Havia sinais de que a vítima tentou se defender, mas foi morta.  

Sacolas plásticas foram usadas para abafar os gritos, e a menor morreu pela perda de sangue e não por falta de ar, como havia sido cogitado inicialmente. 

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Em depoimento à Polícia Civil, Nataly Helen, confessou que planejou o assassinato da adolescente e cavou a cova para enterrar o corpo e roubar o bebê dela. 

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