RACHA NO PL

Faissal diz que prefeitos já haviam fechado com Pivetta e usam aliança com MDB de ‘álibi’

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O deputado estadual Faissal Calil (PL) afirmou que a saída de prefeitos da base de Wellington Fagundes (PL) não foi provocada pela aliança do partido com o MDB. Segundo ele, os gestores já haviam fechado apoio com Otaviano Pivetta (Republicanos) antes mesmo das convenções partidárias e estariam usando a entrada do MDB na composição como justificativa para abandonar o projeto do PL.

Para Faissal, a aliança entre PL e MDB, que levou a deputada estadual Janaina Riva (MDB), nora de Wellington, para a segunda vaga ao Senado na chapa, não justifica o afastamento dos prefeitos.

“Com relação aos prefeitos, que saíram da base do Wellington, eles saíram antes mesmo da convenção, vocês perceberam que a convenção estava vazia? Então agora vão querer criticar o Wellington por ter trazido o MDB? Não vejo porquê, se eles saíram antes, esse não é um álibi, ‘ah, o MDB veio, então estamos saindo’. Não é o álibi, a grande verdade é que eles saíram e fecharam a Pivetta antes mesmo das convenções, todos os prefeitos”, afirmou.

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Faissal defendeu ainda a presença do MDB na aliança e disse que a aproximação com o centro é necessária para ampliar o arco de aliança ao candidato à presidência, Flávio Bolsonaro.

“O PL, em Mato Grosso, de forma geral, tem que se preocupar nesse primeiro turno, principalmente o Senado e os nossos deputados. Tenho certeza que vai dar segundo turno, o Wellington com certeza estará no segundo turno e nós estaremos apoiando o Wellington, sim”, acrescentou.

Sobre o MDB, Faissal avaliou que a composição pode ampliar a força eleitoral do grupo justamente por aproximá-lo do centro político.

“A vinda do MDB, o que eu vejo? Você, hoje em dia, todas as análises, você não consegue ganhar sem o centro. Então, não vejo problema nenhum o MDB vir apoiar o PL, pedir voto para Flávio Bolsonaro, pedir voto principalmente para o Wellington”, comentou.

A aliança entre PL e MDB gerou reação de integrantes do próprio grupo bolsonarista. Além de Cláudio Ferreira, os prefeitos Sérgio Machnic (Primavera do Leste), Abilio Brunini (Cuiabá) e Flávia Moretti (Várzea Grande) também já manifestaram resistência à composição.

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A direção estadual do PL, em conjunto com o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, reforçou que Wellington Fagundes é o candidato oficial do partido ao governo e que filiados e lideranças devem seguir a orientação da sigla.

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