O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, afirmou que a federação entre União Brasil e Progressistas tem grande possibilidade de avançar e “sair do papel”. Fábio acredita que os impactos da federação no cenário eleitoral de 2026, não trará mudanças significativas em Mato Grosso, ou seja, as siglas atuam em um arco de aliança e isso deve fortalecer o estado no cenário político nacional.
A possibilidade de uma federação entre as duas siglas ganhou força na semana, dirigentes do PP Nacional se reuniram em Brasília e aprovaram as negociações para formar uma federação partidária com o União Brasil.
Para Garcia, a decisão unânime do PP indica que já há um diálogo consolidado com a cúpula nacional do União.
“O PP não colocaria isso para ser analisado se não tivesse já tido um diálogo avançado com a cúpula nacional do União Brasil. Agora, o União deve trabalhar e, provavelmente, essa federação deverá sair do papel”, afirmou Garcia.
Fábio, destacou que o país caminha para uma redução no número de partidos, resultado de reformas política e eleitoral de 2017. Ele citou a fusão entre DEM e PSL, que originou o União Brasil em 2022, como exemplo dessa tendência.
“Acho que é um movimento positivo do país, e todos terão que se adaptar a esse novo cenário, onde cada um decidirá seu lado ideológico e o partido que melhor defende aquilo que acredita”, afirmou.
Ao ser questionado se já há projeções para o aumento de cadeiras com a federação na Assembleia Legislativa e na Bancada Federal do Estado, Garcia argumentando que a janela partidária de março de 2026 pode provocar migração de candidatos.
“Não há um impacto específico para esses dois partidos aqui em Mato Grosso quando a gente olha o posicionamento de cada partido em 2026”, disse.
“Em vez de ficar fazendo prognósticos, temos que trabalhar para mostrar que essa federação é importante. Depois da janela partidária, saberemos a real força de cada partido”, completou.



























