O ex-prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), comentou nesta segunda-feira (7), sobre o afastamento de 450 dias concedido pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em decorrência de licença-prêmio acumulada ao longo de sua atuação como servidor efetivo no Legislativo estadual, atualmente lotado no gabinete do deputado Juca do Guaraná (MDB).
Em conversa com jornalista na chegada na Câmara Municipal de Cuiabá, onde compareceu para prestar esclarecimentos à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da CS Mobi, Emanuel afirmou que está apenas exercendo um direito legal previsto em sua carreira como servidor público.
“Tudo deve seguir o que determina a legislação. Estou apenas usufruindo de um direito adquirido. Em toda a minha trajetória, nunca tirei sequer um dia de férias. Agora, estou fazendo uso do que a lei permite. Nem eu sabia que o total era esse”, declarou.
A licença foi concedida com base em períodos de assiduidade referentes aos quinquênios compreendidos entre os anos de 1988 a 1993; 1993 a 1998; 1998 a 2003; 2010 a 2015; e 2015 a 2020.
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