FORÇA ECONÔMICA

Arrecadação da pecuária cresce 4,7% e chega a R$ 744,9 milhões em Mato Grosso

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A pecuária de Mato Grosso movimentou R$ 744,9 milhões em arrecadação de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em 2025. O valor representa um crescimento de 4,7% em relação aos R$ 711,5 milhões registrados em 2024, segundo dados do Observatório de Mato Grosso, do Sistema Fiemt.

O desempenho mostra que força da cadeia produtiva que vai além das fazendas. A atividade engloba desde a criação de bovinos até a industrialização da carne, movimentando frigoríficos, transportadoras, fornecedores de insumos, comércio e serviços, além de gerar milhares de empregos diretos e indiretos em todas as regiões do estado.

Em 2025, a cadeia pecuária respondeu por 2,89% de toda a arrecadação estadual de ICMS. Somente os frigoríficos bovinos recolheram R$ 363,36 milhões em impostos, enquanto a criação de bovinos de corte arrecadou R$ 108,61 milhões.

Na comparação com 2024, a arrecadação total da cadeia aumentou em R$ 33,46 milhões. Na atividade de criação de bovinos de corte, o recolhimento de ICMS passou de R$ 100,06 milhões para R$ 108,61 milhões, demonstrando o fortalecimento da produção dentro das propriedades rurais.

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Maior produtor de bovinos do Brasil, Mato Grosso também lidera as exportações nacionais de carne bovina e abastece tanto o mercado interno quanto mais de 90 países. Esse protagonismo faz da pecuária um dos setores estratégicos para a economia estadual, com impacto direto na geração de renda, na atração de investimentos e no fortalecimento das contas públicas.

“Quando a pecuária cresce, toda a economia cresce junto. Estamos falando de uma cadeia que movimenta centenas de municípios, gera milhares de empregos, impulsiona a indústria, fortalece a logística, amplia as exportações e contribui diretamente para a arrecadação de impostos. Esses quase R$ 745 milhões em ICMS mostram que a bovinocultura de não é importante apenas para o agronegócio, mas para toda a sociedade mato-grossense”, afirma o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.

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