A pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta quinta-feira (18), aponta o senador Wellington Fagundes (PL) como favorito na disputa pelo Governo de Mato Grosso em 2026. O levantamento foi realizado por meio de 1.502 entrevistas presenciais, entre os dias 12 e 16 de dezembro de 2025, em 61 municípios do Estado. O grau de confiança é de 95%, com margem de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.
Cenário 1
No Cenário 1, que reúne quatro pré-candidatos, Wellington Fagundes lidera com 32,4% das intenções de voto. Na sequência aparece o senador Jayme Campos (União), com 23,4%, seguido pelo vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que soma 21,5%.
A médica Natasha Slhessarenko (PSD) registra 6,3%. Os eleitores que não souberam ou não opinaram representam 6,4%, enquanto 10% afirmaram votar em branco ou anular o voto.
Outros cenários
No Cenário 2, sem a presença de Jayme Campos, Wellington amplia a vantagem e atinge 43,1%. Pivetta aparece em segundo, com 28,1%, e Natasha Slhessarenko registra 8,4%.
Nesse recorte, os indecisos ou que não opinaram somam 7,1%, e os votos brancos e nulos chegam a 13,2%.
Já no Cenário 3, que simula um confronto direto entre Wellington Fagundes e Otaviano Pivetta, o senador mantém a liderança com 48,6%, contra 32,8% do vice-governador.
Neste cenário, 6,9% dos entrevistados não souberam ou não opinaram, enquanto 11,8% declararam voto branco ou nulo.
Modalidade espontânea
Na pesquisa espontânea, quando os eleitores respondem sem a apresentação de nomes, o governador Mauro Mendes (União), que não pode disputar a reeleição, lidera com 8% das citações.
Wellington Fagundes aparece com 3,6%, seguido de perto por Otaviano Pivetta, com 3,5%. Jayme Campos registra 0,9%.
A deputada estadual Janaina Riva (MDB) soma 0,8%, seguida pelo presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), com 0,3%. O ex-senador Cidinho Santos aparece com 0,2%, e Natasha Slhessarenko, com 0,1%.
A maioria dos entrevistados, 74,1%, afirmou não saber ou preferiu não opinar, enquanto 7,5% indicaram voto branco ou nulo.



















