O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) participou nesta quinta-feira (21) de uma reunião com o secretário-chefe da Casa Civil Fábio Garcia (União Brasil), e o secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo e prefeitos da região Oeste do estado para discutir sobre a viabilização do Hospital Regional de Pontes de Pontes e Lacerda (a 440 km de Cuiabá).
Nesta semana, o Governo do Estado lançou o edital Edital de Chamamento Público nº 002/2025, que prevê a aquisição do terreno com uma área que tenha no mínimo 60 mil metros quadrados, para a unidade de saúde.
O deputado destacou que uma das suas principais lutas é viabilizar o hospital para atender as demandas de saúde não só do município, mas de toda a região Oeste do Estado. O parlamentar destacou a importância da união entre prefeitos e governo do Estado e Assembleia Legislativa.
“É a união dos prefeitos, do consórcio de saúde, a responsabilidade do Poder Público. Com todos unidos, governo e prefeitos, a nossa região mais uma vez será atendida.
O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, confirmou que o estado já tomou a decisão de construir o Hospital Regional de Pontes e Lacerda. Segundo ele, o processo está em andamento e segue etapas técnicas e administrativas.
“Já existe uma decisão do governo de construir um hospital. O processo já está em andamento. Já publicamos o edital para que possamos adquirir o terreno e, com o apoio do deputado Moretto, estamos destinando um volume significativo de recursos para viabilizar essa compra”, afirmou o secretário.
Garcia destacou que a decisão foi tomada com responsabilidade, considerando os custos de investimento, de equipamentos e também de manutenção de uma unidade hospitalar.
“Todas as decisões aqui são tomadas com muita responsabilidade, avaliando o valor necessário para o investimento em um hospital regional, que é relevante, o valor necessário para equipar e o custo do dia a dia da operação”, explicou.
“Depois de adquirido o terreno, segue o processo natural: elaboração do projeto básico, projeto de engenharia, projeto executivo, contratação da obra, construção, equipagem e, então, colocar esse hospital em funcionamento”, detalhou.





























