MOVIMENTO NACIONAL

Servidores do IFMT paralisam atividades nesta quinta-feira

A paralisação foi aprovada em Assembleia Geral Extraordinária no último domingo (23) e envolve servidores de diversos campi do IFMT em todo o estado.
Foto: Reprodução

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Professores e técnicos do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) suspenderam suas atividades nesta quinta-feira (26) em adesão ao Dia Nacional de Paralisação e Luta, convocado pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe). A mobilização tem como principal objetivo pressionar o governo federal a cumprir os acordos firmados após a greve nacional da educação federal, realizada neste ano.

A paralisação foi aprovada em Assembleia Geral Extraordinária no último domingo (23) e envolve servidores de diversos campi do IFMT em todo o estado. Entre as principais reivindicações estão mudanças estruturais nas carreiras dos docentes e técnico-administrativos, bem como a rejeição à Reforma Administrativa.

No caso dos professores, as demandas incluem a retomada dos chamados steps na progressão funcional, publicação da nova Resolução de Atividades Docentes (RAD), fim do controle de ponto previsto no Decreto 1.590/95 e valorização dos servidores aposentados.

Já os técnicos reivindicam a implementação da jornada de 30 horas semanais sem redução salarial, reconhecimento de saberes e competências, e a garantia de paridade de direitos entre ativos e aposentados.

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A categoria também se posiciona contra a Reforma Administrativa, que considera uma ameaça direta à continuidade e qualidade dos serviços públicos. Além disso, cobra a realização de concursos públicos, incentivo à formação continuada e reconhecimento de títulos obtidos no exterior.

A paralisação atinge os seguintes campi do IFMT: Cuiabá Octayde Jorge da Silva, Cuiabá Bela Vista, Várzea Grande, Confresa, Barra do Garças, Primavera do Leste, Alta Floresta, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Juína, Campo Novo do Parecis, Tangará da Serra, Diamantino, Pontes e Lacerda, além da Reitoria. Já os campi de Guarantã do Norte, Rondonópolis e Sinop não aderiram à mobilização, por decisão interna.

O Sinasefe reforça que a paralisação é legítima e visa garantir a efetivação dos Acordos de Greve nº 10 e 11, assinados com o Executivo federal.

“Estamos apenas exigindo o cumprimento do que foi assinado. A valorização da educação pública federal passa pelo respeito aos trabalhadores que a constroem diariamente”, destacou o sindicato em nota oficial.

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