As obras de reforma do Pronto-Socorro e Hospital Municipal de Várzea Grande (PSHM-VG) terão início nesta terça-feira (8). Com investimento estimado em R$ 11,8 milhões e prazo de execução de 45 dias, a intervenção irá contemplar os setores mais críticos da unidade hospitalar: a sala vermelha, a sala amarela e a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O telhado das áreas mais vulneráveis, especialmente afetadas durante o período chuvoso, também passará por manutenção.
De acordo com a administração municipal, duas frentes de trabalho atuarão de forma simultânea: uma equipe será responsável pela reforma da cobertura, enquanto a outra se concentrará na recuperação dos banheiros. Alguns setores já foram isolados na semana anterior para viabilizar o início dos serviços.
A prefeitura assegura que, mesmo com a reforma em andamento, os atendimentos médicos não serão interrompidos. Pacientes internados na sala vermelha, por exemplo, continuarão recebendo cuidados normalmente.
“Estamos realizando um sonho antigo. O ideal seria construir um novo pronto-socorro do zero, mas entendemos que a saúde não pode esperar. Com apoio do governo do Estado, estamos priorizando essa unidade que atende de forma ininterrupta, realizando cirurgias importantes e reduzindo filas. Saúde é e continuará sendo prioridade em Várzea Grande”, declarou a prefeita Flávia Moretti (PL).
Além das melhorias estruturais, como a troca do telhado e reforma dos banheiros, a obra também contempla pintura, revisão das instalações elétricas e hidráulicas, além da aquisição de três novos geradores de energia. Os equipamentos garantirão o funcionamento contínuo da unidade, mesmo em casos de queda no fornecimento elétrico.
Essa iniciativa faz parte de um pacote de investimentos no valor de R$ 11,7 milhões, viabilizados em parceria com o governo estadual, com articulação direta da prefeita Flávia Moretti e do vice-prefeito Tião da Zaeli.
A necessidade de reforma se tornou ainda mais evidente após o forte temporal que atingiu a cidade em abril deste ano, provocando alagamentos em diversos setores do hospital e expondo a fragilidade da infraestrutura existente.




























