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Promotor de eventos capota caminhonete ao fugir de blitz e é preso em flagrante por suspeita de embriaguez

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O promotor de eventos Pedro Willian Peixoto da Silva, conhecido como “Pepê”, foi preso em flagrante na madrugada deste domingo (7), após tentar fugir de uma blitz na Avenida Carmindo de Campos, no bairro Dom Aquino, em Cuiabá. Durante a fuga, ele perdeu o controle da caminhonete que dirigia e capotou o veículo.

Segundo o boletim de ocorrência, Pedro conduzia uma caminhonete Volkswagen Amarok quando foi abordado por agentes de trânsito. Ao ser direcionado à baia de fiscalização, desobedeceu à ordem de parada e iniciou uma fuga em alta velocidade. Ao passar por um quebra-molas, perdeu o controle do veículo e capotou.

Imagens gravadas por testemunhas mostram a caminhonete com a lataria completamente destruída, rodas danificadas e airbags acionados. Pedro foi socorrido no local por paramédicos e levado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde permanece internado sob escolta policial. Um passageiro que estava com ele também sofreu ferimentos e foi encaminhado à mesma unidade de saúde.

Durante o atendimento, foram constatados sinais visíveis de embriaguez, como sonolência, olhos avermelhados, desordem nas vestes, hálito etílico e comportamento disperso. O promotor se recusou a fazer o teste do bafômetro, sendo lavrado o termo de recusa conforme determina a Resolução nº 432/2013 do Contran.

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Diante das evidências, Pedro recebeu voz de prisão em flagrante por conduzir veículo sob efeito de álcool e por desobediência. O caso foi encaminhado à Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), que dará prosseguimento às investigações.

Histórico de polêmicas

Não é a primeira vez que Pedro Willian, o “Pepê”, se envolve em situações controversas. Em 2012, ele foi investigado após o cancelamento do 7º Circuito Nacional de Pagode, evento que organizava. À época, milhares de consumidores denunciaram prejuízos, e diversos artistas reclamaram da falta de pagamento. O caso mobilizou o Procon e o Judiciário, já que cerca de 7 mil pessoas ficaram sem reembolso. A arrecadação com a venda de ingressos foi estimada em R$ 800 mil.

Pouco tempo depois, em 29 de junho do mesmo ano, Pedro foi preso com Edson Gonçalves de Jesus — suspeito de envolvimento em crimes como sequestro e tráfico. Na ocasião, ambos foram flagrados com uma pistola calibre .40 e nove munições dentro de um carro na Avenida Júlio Campos, em Várzea Grande.

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