A prefeita de Barão de Melgaço, Margareth Gonçalves (União Brasil), se recupera em casa do acidente sofrido na MT-040, em Barão de Melgaço, que deixou um morto e cinco feridos. O acidente ocorreu no dia 18 de agosto. Margareth apresentou um coágulo no pulmão, já tratado, e uma trinca na costela. Apesar de ter recebido alta na última quinta-feira (21), ela ainda sente os efeitos da colisão.
“Eu tive um coágulo no pulmão, no abdômen, mas já está melhor. Agora é só a questão da trinca na coluna. Está pegando um pouco o fôlego para respirar, se tossir”, afirmou à imprensa nesta quinta-feira (28).
Segundo a prefeita, ela se deslocava com sua equipe para Cuiabá, onde cumpriria agenda com autoridades do Estado, após uma reunião de alinhamento com secretários de Barão. Em determinado momento do trajeto, um veículo Toyota Etios se aproximou e, após uma curva, perdeu o controle e invadiu a pista contrária. O motorista do carro morreu no local.
“Foi tudo muito rápido. Só deu tempo de eu pedir a Deus misericórdia e proteção”, disse Margareth.
“Infelizmente, houve uma perda. Um pai de família, pelo que me passaram. A gente fica muito triste com esse ocorrido. A gente não queria que acontecesse, porque o peso maior foi isso [a perda]”, relatou.
Margareth estava em uma Chevrolet S10. Além dela, estavam no veículo as secretárias de Infraestrutura, Giliane Aparecida Duarte de Oliveira, e de Educação, Nádia Nadima de Oliveira Pompeu. Também estavam na caminhonete uma assessora, identificada como Juceli, e o motorista José Benedito da Silva Alvarenga. Todos foram encaminhados a unidades de saúde.
Conforme a prefeita, todos estão bem, mas ainda sentem os efeitos do trauma.
“Deus abençoou a gente. A gente está vivo, com pequenos ferimentos, essa fraturinha… Deus colocou a mão sobre nós. A batida foi muito forte”, relatou.
Mesmo com as sequelas, Margareth afirmou que está trabalhando de casa, atendendo demandas urgentes.
“Eu estou trabalhando meio que de casa, assim, atendo o telefone, alguma coisa. Os secretários que estão online me ligam, e a gente troca uma ideia. Está sendo assim. Porque as coisas também não podem parar de uma vez”, explicou.






















