PROJETO POLÍTICO

Max Russi mira eleição ao Governo de MT: “Este é meu último mandato como deputado, quero me preparar para a majoritária”

publicidade

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (Podemos), confirmou que esta eleição marca a sua despedida das disputas por uma cadeira no Legislativo estadual. Durante evento de lançamento oficial da sua campanha na última semana, ele abriu o jogo sobre seus planos futuros, detalhando a evolução de sua trajetória nas urnas e revelando o projeto político de se preparar para encabeçar uma chapa ao Governo do Estado nas eleições de 2030.

Relembrando sua escalada na vida pública, Russi detalhou o crescimento gradual de sua votação ao longo dos anos, desde os primeiros passos na política municipal até alcançar expressiva capilaridade em todo o território mato-grossense:

Eu comecei como vereador com 600 [votos], fui prefeito com 7 mil, na segunda eleição fiz 10 mil, cheguei à Assembleia com 20 mil, na outra eleição fiz 55 mil e, na última, fiz 70 mil votos. Se Deus continuar me abençoando e a população entender que fizemos uma boa entrega, eu espero fazer pelo menos 71 mil votos“, projetou.

Leia Também:  Max diz que apoiará esposa como vice de Jayme e dispara: "se ela decidir, eu pulo junto"

Max afirmou que manter a curva ascendente de votos é o termômetro fundamental para validar o trabalho e credenciar seu grupo político para voos mais altos. Ao cravar que este será seu último mandato como deputado estadual, Max enfatizou que pretende intensificar entregas e viagens por todas as regiões de Mato Grosso nos próximos anos para consolidar sua base rumo ao Executivo estadual.

Tenho falado que vai ser meu último mandato como deputado estadual. Eu acho que eu vou encerrar um ciclo agora. Nesses próximos quatro anos quero entregar muito, quero fazer muito, quero andar muito este Estado e me preparar para uma candidatura majoritária. Se serei ou não, o futuro a Deus pertence, mas vou trabalhar bastante“, declarou.

Max fechou apoio à candidatura da base governista, liderada por Otaviano Pivetta (Republicanos) à reeleição. Caso Pivetta vença, no próximo pleito o espaço se torna livre para Max assumir o governo.

Na outra ponta, concorre ao Executivo o senador Wellington Fagundes (PL), que enfrenta um racha dentro do próprio partido por ter fechado aliança com o MDB, que tem como candidata ao Senado a deputada Janaina Riva. As alas mais conservadoras do PL afirmam que o MDB é alinhado ao PT e, por isso, não aceitam a coligação. No lançamento da campanha de Max, a própria Janaina chegou a afirmar que, se dependesse dela, Max já seria eleito governador ainda este ano.

Leia Também:  TCE-MT capacita conselheiros de saúde para fortalecer controle social nos municípios

Veja o vídeo:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade