O futuro presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi (PSB), criticou o atraso das obras do Ônibus de Transporte Rápido (BRT), em Cuiabá e cobrou medidas duras do governo contra a Concessionária responsável pela obra.
“Infelizmente, realmente está atrasado, não está a contento e atrapalha o nosso trânsito. Não era isso que nós esperávamos, e a população tem cobrado muito. O governador e o secretário têm tomado providências, mas esperamos que sejam ainda mais enérgicas. A empresa deve ser multada e tudo que a legislação permitir deve ser feito para garantir o cumprimento do cronograma. Vamos fiscalizar, vamos cobrar”, disse Max à imprensa nesta quarta-feira (22).
Na semana passada, o governador Mauro Mendes (UB), também demostrou descontentamento com o atraso das obras e anunciou que notificou o consórcio pela segunda vez e, que deu um prazo de 10 dias para o grupo apresentar melhorias para execução das obras. Caso não seja cumprida as exigências do governo medidas rigorosas serão tomadas.
O consórcio responsável pelo BRT é formado pelas empresas Nova Engevix Engenharia, Heleno & Fonseca Construtécnica e Cittamobi Desenvolvimento em Tecnologia.
Em nota, a empresa justificou o atraso citando problemas técnicos, alterações no projeto, e atrasos na emissão de licenças ambientais.






















