EM CUIABÁ

Justiça prorroga prisão de empresários acusados de mandar matar advogado Renato Nery

O casal, morador de Primavera do Leste (a 240 km de Cuiabá), foi preso no dia 9 de maio pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), após a confissão do policial militar Heron Teixeira Pena Vieira, que os apontou como mandantes do crime.

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A Justiça prorrogou por mais 30 dias a prisão temporária dos empresários César Jorge Sechi e Julinere Goulart Bentos, acusados de serem os mandantes do assassinato do advogado Renato Nery, em julho de 2024. A decisão foi assinada pela juíza Edna Coutinho, do Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo).

Ela entendeu ser “imprescindível a manutenção das prisões para as investigações e para que não haja qualquer interferência na colheita de provas, coação de testemunhas, alteração dos elementos probatórios ou ajuste das versões dos fatos a serem eventualmente apresentadas”.

O casal, morador de Primavera do Leste (a 240 km de Cuiabá), foi preso no dia 9 de maio pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), após a confissão do policial militar Heron Teixeira Pena Vieira, que os apontou como mandantes do crime.

O policial Heron Teixeira está preso desde 7 de março e é apontado como o “arquiteto” do crime. Em sua confissão, afirmou ter recebido R$ 150 mil para planejar o homicídio.

O caseiro Alex Roberto de Queiroz Silva confessou ser o autor dos disparos. Outros dois policiais militares também foram presos: Jackson Pereira Barbosa, acusado de intermediar o crime e Ícaro Nathan Santos Ferreira, suspeito de ter fornecido a arma utilizada no homicídio.

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O crime

Renato Nery foi baleado com um tiro na cabeça em 5 de julho de 2024, ao chegar em seu escritório na Avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá.

Ele foi socorrido com vida e passou por cirurgia no Complexo Hospitalar Jardim Cuiabá, mas morreu no dia seguinte.

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