OBRAS ATRASADAS

Governador garante retomada das obras do BRT afirma que modal será entregue em 2026

As obras estão paralisadas desde o início de fevereiro quando o governador decidiu romper o contrato com a empresa responsável pelas obras do BRT

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O governador Mauro Mendes (UB), garantiu que as obras do BRT (Ônibus de Trânsito Rápido) serão retomadas em breve e estarão prontas até o final do seu mandato em dezembro de 2026. As obras estão paralisadas desde o início de fevereiro quando o governador decidiu romper o contrato com a empresa responsável pelas obras do BRT.

Em coletiva à imprensa nesta terça-feira (25), Mendes afirmou que, apesar dos entraves burocráticos, o Governo está tomando as providências para garantir a continuidade das obras o mais rápido possível. 

“Vai ser feito, com certeza, e está sendo feito o destravamento da Av. do CPA. Mas nós temos que ter um prazo para reorganizar. No mundo público, existem ritos, processos legais, que, se dependesse só do governador Mauro Mendes, já tinha resolvido esse negócio há muito tempo”, afirmou.

“São uma série de articulações que tem que se fazer para que as coisas aconteçam de forma segura e que não cause problema para ninguém. E nós vamos ter uma solução muito rápida, e rapidamente vamos ter as obras retomadas”, completou.

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No último dia 5 de fevereiro, a gestão Mendes anunciou o rompimento do contrato com o Consórcio BRT Cuiabá, formado pelas empresas Nova Engevix Engenharia e Projetos S.A., Heleno & Fonseca Construtécnica S.A. e Cittamobi Desenvolvimento em Tecnologia Ltda. 

Desde o rompimento do contrato, começaram a circular várias informações de que o BRT não seria concluído, e ficaria igual ao VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), com obras inacabáveis e sem condições de serem concluídas.   

Mendes rebateu as críticas de que o BRT poderia não ser concluído até 2026. 

“E quem disse que não será entregue? Está em obra e vai continuar a obra sem dúvida nenhuma. Fiquem tranquilos”, garantiu.

“Eu não vou conseguir terminar todas as obras que nós começamos. Agora, nenhuma obra deste governo parou por falta de dinheiro. Ninguém pode ser culpado se a empresa não está performando em uma obra”, acrescentou. 

Mauro reforçou ainda que o Estado segue em negociações com o consórcio para um distrato amigável, o que permitiria que as empresas concluam os trechos já iniciados na avenida do CPA.

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O prazo para que o consórcio encaminhasse a sua defesa ao Governo do Estado, terminou na última quinta-feira (20). 

 

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