O candidato ao Senado por Mato Grosso, Antônio Galvan (Avante), afirmou que não vê a mesma ênfase na discussão pública quando mulheres matam homens, ao comentar o aumento dos casos de feminicídio no Estado.
Para ele, o debate sobre violência deve considerar também as mortes de homens praticadas por mulheres. Também aponta que não há diferença entre ‘feminicídio e homicídio’ e diz que mulheres morrem por ‘famílias desestruturadas’.
As declaração de Galvan foram feitas ao portal Gazeta Digital. Leia a íntregra AQUI.
Para Galvan, ‘não tem que ter lei para homem e/ou mulher’. “Quando se diferenciam as leis, ficam parecendo cotas”, disse.
Ele ainda questionou os jornalistas. “Quem concorda com cotas aqui?”. O candidato continuou, “seja a mulher matar o homem, porque também tem e tem muito desse crime, eu não vejo dar tanta ênfase nisso também, como o inverso”, afirmou.
Para ele, o aumento do número de feminicídios está relacionado à desagradação das famílias dentro de casa.


























