"NÃO MERECIA"

“Foi uma traição com Wellington”, diz Jayme Campos sobre apoio bolsonarista a Pivetta

Rumores começaram a circular nos bastidores inicio desta semana de que o presidente Nacional do PL, Valdemar Costa teria recebido uma lista de Bolsonaro e sua esposa Michele Bolsonaro com nomes dos pré-candidatos que receberiam apoio da sigla.  Entre eles, o vice-governador Otaviano Pivetta.

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O senador Jayme Campos (União Brasil), disse que Wellington Fagundes (PL) foi alvo de uma “traição” com objetivo enfraquecer seu projeto político para disputa do Paiaguás nas eleições de 2026, após especulações de que o ex-presidente Jair Bolsonaro teria declarado preferência pelo nome do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) para uma possível candidatura ao governo de Mato Grosso em 2026.

“Acho que o Wellington, para mim, fala que não foi traição, acho que foi uma traição. Depois que armaram toda essa falcatrua, assim que eu vou chamar, o Wellington não estava sabendo nada. Eu falo isso porque eu gosto muito do Wellington, meu amigo, e eu achei que foi uma traição. Eu, se fosse o Wellington, diante desse fato, se for verdadeiro, só restaria um caminho: mudar de agremiação partidária”, disse Jayme Campos nesta sexta-feira (24), durante a inauguração da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres ( a 220 km de Cuiabá).

“O que fizeram com ele, se é verdade, eu não vou falar porque não conversei com ele, eu acho que o Wellington não merecia o que estão fazendo com ele”, completou o senador. 

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Rumores começaram a circular nos bastidores inicio desta semana de que o presidente Nacional do PL, Valdemar Costa teria recebido uma lista de Bolsonaro e sua esposa Michele Bolsonaro com nomes dos pré-candidatos que receberiam apoio da sigla.  Entre eles, o vice-governador Otaviano Pivetta que faz parte do grupo do govenador Mauro Mendes (UB), e também tem apoio declarado dele. 

Na quinta-feira (23), o líder do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, confirmou que Bolsonaro teria mostrado preferência pelo nome de Pivetta. Apesar disso, Ananias ressaltou que a decisão final sobre quem representará o PL na disputa caberá ao presidente nacional da sigla, Valdemar da Costa Neto, que mantém apoio ao projeto de Wellington Fagundes.

O episódio intensifica a disputa interna e os movimentos estratégicos entre as siglas para as eleições de 2026, evidenciando que alianças e decisões externas ao partido podem ter impacto direto nas candidaturas em Mato Grosso.

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