CANDIDATO À REELEIÇÃO

Fávaro diz não ter sido consultado sobre pré-candidatura de Pedro Taques ao Senado e minimiza movimento do PT

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O ministro da Agricultura e Pecuária e senador licenciado, Carlos Fávaro (PSD), disse que não foi consultado sobre o lançamento da pré-candidatura do ex-governador Pedro Taques (PSB) ao Senado por Mato Grosso. A decarção foi dada durante a cerimônia de entrega de máquinas do Programa Nacional de Modernização e Apoio à Produção Agrícola (Promaq), realizada na manhã desta terça-feira (16), em Cuiabá.

O anúncio de que Pedro Taques seria candidato ao Senado pela  Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), foi feito pelo presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, durante um evento realizado em Cuiabá no último domingo.

Candidato à reeleição em 2026 e um dos principais nomes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fávaro minimizou o movimento do PT e afirmou encará-lo como parte natural do processo democrático.

“Nas duas vezes em que disputei o Senado Federal, concorremos com 11 candidatos, eu e mais dez, e isso é saudável para a democracia. Quanto mais candidatos e projetos, melhor para o eleitor fazer sua escolha com tranquilidade”, disse.

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Fávaro destacou ainda que o PSD é um partido independente e que já está estruturado para as eleições gerais do próximo ano, com projetos eleitorais para os cargos de governador, senador, além de chapas completas para deputado federal e estadual. Segundo ele, não há qualquer formalização de apoio da sigla à federação liderada pelo PT, o que garante liberdade ao grupo político do presidente Lula para apresentar seus próprios nomes.

“Fico muito tranquilo quanto à escolha da federação. São duas vagas ao Senado, e a federação pode indicar o primeiro ou o segundo voto. Pode, inclusive, ter outro candidato ao Senado, sem problema algum”, afirmou.

Questionado sobre a viabilidade de uma eventual dobradinha com Pedro Taques em 2026, Fávaro disse que a decisão cabe ao eleitor, mas ponderou que o desempenho recente do ex-governador nas urnas não foi positivo.

“Nas duas últimas eleições, por exemplo, o desempenho não foi dos melhores. Mas o partido não precisa ser consultado previamente para essas decisões”, comentou.

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Apesar das ressalvas, o ministro buscou afastar qualquer sinal de tensão política e reforçou que o PSD mantém postura aberta ao diálogo e às alianças. “O partido está disposto a discutir projetos que sejam bons para Mato Grosso. O que for mais viável para o Estado, o PSD fará parte”, concluiu.

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