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“Eu devo obrigação, fidelidade e obediência a Bolsonaro”, diz Cattani ao defender direita raiz

O deputado deixou claro que ainda não definiu apoio a nenhum dos nomes cotados, como o senador Wellington Fagundes (PL) ou o ex-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

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 O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) afirmou que sua fidelidade política é ao ex-presidente Jair Bolsonaro e que só pretende apoiar candidatos que, segundo ele, representem de forma genuína os valores da direita. A declaração foi dada durante entrevista nesta quinta-feira (30), em que o parlamentar foi questionado sobre o apoio de Bolsonaro ao grupo do governador Mauro Mendes (União Brasil), que tem como candidato a sua sucessão o vice, Otaviano Pivetta (Republicanos), além deve próprio para a disputa ao Senado.

Na semana passada, o ex-presidente se manifestou em favor da pré-candidatura de Otaviano Pivetta (Republicanos) na sucessão do Paiaguás. 

“Eu devo obrigação, fidelidade e obediência a Jair Messias Bolsonaro, isso eu falei. Agora, a obediência depende de ver deles essa determinação”, disse Cattani.

“A obediência depende de ver deles essa determinação. Até o momento, eu não me decidi por causa disso”, concluiu.

O deputado deixou claro que ainda não definiu apoio a nenhum dos nomes cotados, como o senador Wellington Fagundes (PL) ou o ex-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

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Segundo o parlamentar, sua decisão passa pela coerência ideológica dos possíveis candidatos. “Eu não tenho problema nenhum em apoiar o Wellington Fagundes, nem o Otaviano Pivetta, desde que eles estejam de fato pela direita”, afirmou.

Cattani criticou o que chama de “acordos políticos escuros” e disse que não apoiará alianças que, em sua visão, envolvam grupos políticos historicamente associados ao centro ou à esquerda.

“Esses acordos políticos escuros que existiram no passado não podem continuar existindo. A pessoa tem que realmente ser de direita, tem que vir para a direita com tudo e não pela metade”, declarou.

O deputado também mencionou que não vê coerência nas articulações recentes dos possíveis candidatos.

“Quando eu vejo Pivetta se ligando aos Maggi e, consequentemente, vão estar juntos com Carlos Fávaro, eu não consigo ver uma ligação de direita nisso. Quando eu vejo o senador Wellington falando que está junto com o Jayme Campos, eu também não consigo apoiar”, explicou.

Apesar das críticas, Cattani ponderou que mantém respeito pelos nomes citados, mas reforçou que não pretende se alinhar a quem, segundo ele, “tenha se afastado dos princípios conservadores”.

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“Eu acho que o Wellington já foi, e eu acho que ele mudou muito. Ele teve que dar muitos votos, desde a posição dele até agora”, avaliou.

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