CLASSIC PANTANAL

Deputado destaca sucesso do Classic Pantanal: “Hoje, já briga entre os maiores eventos automobilísticos do Brasil”

Segundo ele, o Classic Pantanal já começa a rivalizar com Águas de Lindóia (SP) — tradicional referência nacional no setor

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O fim de semana foi marcado por velocidade, nostalgia e um grande encontro de apaixonados por carros no Classic Pantanal, que se consolidou como um dos maiores eventos de carros antigos do Brasil, reunindo mais de 1000 veículos. O evento atraiu um público estimado em 70 mil pessoas ao longo dos 3 dias. 

 

O deputado estadual Paulo Araújo, um dos idealizadores e apoiadores do evento, enfatizou o impacto positivo que o Classic Pantanal trouxe para o turismo e para a imagem de Mato Grosso, levando o estado a um patamar de grandes eventos automobilísticos. 

 

“Foi um sucesso, um sucesso mesmo. Estrutura muito boa, organização excelente, e o melhor: virou um evento nacional. Não é mais só de Cuiabá ou do Mato Grosso”, afirmou.

 

Segundo ele, o Classic Pantanal já começa a rivalizar com Águas de Lindóia (SP) — tradicional referência nacional no setor, que costuma reunir mais de mil carros em exposição e atrai milhares de visitantes.

 

“Claro que ainda temos um pouco a evoluir, principalmente no fluxo de visitantes, mas em estrutura, organização e alcance nacional, estamos pau a pau com Lindóia”, declarou.

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Além da exposição de veículos, o evento tem sido uma vitrine para negócios, networking e intercâmbio entre colecionadores, restauradores e amantes do automobilismo.

 

“Teve muita gente vendendo, trocando, expondo por paixão. É uma grande vitrine, com gente vindo de fora do estado e até de outros países”, pontuou Araújo.

 

Estrutura e futuro promissor

 

Segundo o deputado, o evento já se prepara para crescer ainda mais. Para 2026, a organização já começou a trabalhar na definição da nova data, com o objetivo de evitar choques com outros grandes encontros nacionais.

 

“Precisamos alinhar com o calendário do Brasil. Porque hoje, nós competimos entre os grandes. Queremos uma data que permita que os outros venham pra cá como nós vamos pra lá”, explicou.

 

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