O deputado estadual Eduardo Botelho (MDB) afirmou que não vê um favorito consolidado na disputa pelo Governo de Mato Grosso em 2026. Segundo ele, o cenário atual é diferente da reeleição do ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), em 2022, quando, na avaliação do parlamentar, a disputa ocorreu sem forte concorrência.
“A reeleição do Mauro foi mamão com açúcar. Praticamente não teve adversário. Agora não. Agora nós estamos numa eleição em que está todo mundo no mesmo patamar. Eu não vejo favorito”, declarou.
Ao comentar os nomes mais mencionados nas pesquisas para o Palácio Paiaguás, Botelho citou os senadores Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (União Brasil), o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD) como nomes em condição semelhante na disputa.
“Eu vejo que Wellington Fagundes, Otaviano Pivetta, o Jayme Campos e até a Natasha estão tudo mais ou menos no mesmo patamar. Não tem aquele favorito estourado”, afirmou.
O deputado avaliou ainda que a disputa eleitoral deve ganhar contornos mais definidos nos próximos meses, a partir das articulações políticas regionais, alianças com prefeitos e deputados, além da influência do cenário nacional.
Segundo Botelho, Mato Grosso possui forte influência do eleitorado bolsonarista, fator que, na visão dele, pode impactar o resultado da eleição dependendo do contexto político nacional.




























