O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes será um dos três integrantes da Corte a se aposentar compulsoriamente nos próximos quatro anos, durante o mandato do próximo presidente da República.
Com as saídas previstas, o próximo chefe do Executivo poderá indicar três novos ministros ao STF. O número pode chegar a quatro, caso a vaga deixada por Luís Roberto Barroso não seja preenchida até o fim deste ano.
Natural de Diamantino, Gilmar Mendes foi indicado ao Supremo em 2002 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Ele completará 75 anos em 2030, idade-limite para permanência no Tribunal.
Antes dele, estão previstas as aposentadorias compulsórias de Luiz Fux, em 2028, e Cármen Lúcia, em 2029.
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