Juliette prepara linha de maquiagem e aposta em marca própria

publicidade

A trajetória de Juliette Freire ganha um novo capítulo que conecta passado e futuro. Afinal, a frase “O poder da maquiagem para uma mulher…” marcou uma das discussões mais comentadas do Big Brother Brasil 21. Agora, a ex-maquiadora se aproxima de responder, na prática, à provocação que virou meme ao anunciar o desenvolvimento da própria linha de beleza.

Embora parte do público questione o timing, já que o auge da exposição ocorreu em 2021, Juliette apresenta um plano consistente. Em vez de aproveitar o momento imediato pós-reality, ela optou por estudar o mercado, portanto, priorizou estrutura e qualidade. Com isso, a estratégia se afasta de lançamentos apressados e se aproxima de uma construção de marca mais sólida.

Bastidores da criação e busca por autenticidade

Segundo a própria artista, o projeto envolve pesquisa internacional e contato direto com fornecedores. “Sabe um sonho? Estou vendo as maiores novidades de beleza, tecnologia e inovação no mundo. Estou descobrindo fornecedores, laboratórios e tendências em primeira mão. Mas o mais massa disso tudo é que não estou aqui só visitando. Estou aqui criando, escolhendo, aprendendo e construindo minha marca. Há anos esperando por isso: o momento de criar algo do zero, do meu jeitinho, pensando em cada detalhe para entregar algo que é a minha cara (e a de vocês)”, escreveu.

Leia Também:  Conselho de Ética da Câmara instaura processo contra Eduardo Bolsonaro

Além disso, Juliette resgatou uma entrevista concedida à Blogueirinha, na qual já explicava a complexidade do processo. Na ocasião, destacou que um produto original exige meses de desenvolvimento. “Eu não lancei porque o processo de fazer isso é muito complicado e gosto de fazer com responsabilidade. Demora, no mínimo, de seis a oito meses para ficar pronto um produto. Eu estava em meio a um furacão (em 2021) não estava pronta. Eu recusei inúmeras propostas, porque não queria simplesmente colocar meu rosto e nome em um rótulo. Muita gente faz isso. Pega o mesmo produto, só bota a cara. Não achei justo”.

Assim, a decisão de esperar ganha outra leitura. Em vez de atraso, surge como posicionamento. A artista, portanto, tenta se diferenciar em um setor competitivo, no qual celebridades frequentemente licenciam produtos prontos.

Rotina intensa e raízes na maquiagem

Ao mergulhar na criação, Juliette enfrenta uma rotina exigente. Ainda assim, o entusiasmo permanece evidente. “Eu estou exausta, mas muito feliz. Eu acho que nasci para negociar (risos)”, afirmou. Nesse contexto, ela assume papel ativo em todas as etapas, desde a formulação até escolhas estratégicas, o que reforça o discurso de autenticidade.

Leia Também:  O que já sabemos sobre o show da Lady Gaga em Copacabana e como foi a sua última passagem no Brasil

Essa conexão com a maquiagem, contudo, não surgiu agora. Antes da fama nacional, a paraibana atuava profissionalmente na área e chegou a abrir um estúdio em João Pessoa ao lado de amigas. O espaço, chamado Cabine Beauty, funcionava próximo à orla e atendia clientes para eventos e produções. Entretanto, a pandemia interrompeu as atividades e evidenciou a instabilidade do setor.

Na época, a renda variava bastante, o que exigia planejamento financeiro. Dentro do reality, Juliette relatou como administrava ganhos sazonais. “Janeiro, fevereiro e março… Não tem quase nada. Por isso, eu pegava os R$ 10 mil de um mês bom, como dezembro, e ia diluindo nesses outros meses. Eu sempre tenho que ter dinheiro guardado. Porque se adoecer, ou se não tiver cliente, estou lascada”.

Portanto, a futura linha de maquiagem também dialoga com essa vivência prática. Ao transformar experiência em negócio, Juliette tenta unir memória, identidade e mercado. Enquanto isso, o público acompanha a promessa de um lançamento que, além de esperado, carrega o peso de uma narrativa construída desde antes da fama.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade