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“Não vou obrigar ninguém”, Mendes comentar impasse da LOA para Assembleia

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O governador Mauro Mendes (União Brasil), deixou claro que não pretende mover um dedo para destravar a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, parada na Assembleia Legislativa por causa do impasse envolvendo o pagamento de emendas parlamentares. De forma direta, ele afirmou que a responsabilidade agora é exclusiva dos deputados.

“Se a Assembleia quiser votar, vota. Eu não vou obrigar ninguém a votar nada”, disparou o governador, ao ser questionado sobre a possibilidade de a LOA — que prevê R$ 40,7 bilhões em receitas — voltar a ser adiada.

Mendes deixou evidente que não irá ceder à pressão dos parlamentares nem aceitar condicionamentos.

“Eles têm liberdade para fazer aquilo que é o dever deles. E eu tenho certeza que no final eles vão fazer o dever deles”, afirmou, em tom de cobrança.

A LOA está travada desde que o presidente da Assembleia, deputado Max Russi (PSB), condicionou a votação ao empenho total das emendas. Neste ano, os deputados têm direito a R$ 624,8 milhões.

Desses, o governo já liberou R$ 368,3 milhões, segundo o Portal da Transparência. Mendes, porém, rebateu as críticas e jogou parte da responsabilidade de volta para os parlamentares. Ele afirmou que o governo tem até 31 de dezembro para empenhar todas as indicações e destacou que a grande maioria já foi atendida. Segundo ele, o que falta esbarra em erros cometidos pelos próprios deputados.

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“Mais de 95% foram empenhadas. Algumas não foram empenhadas por problemas técnicos. E a maioria desses problemas são dos próprios deputados, que não preencheram o plano de trabalho corretamente”, declarou.

A votação, inicialmente prevista para esta semana, foi remarcada para segunda-feira (22), mas pode novamente ser adiada caso o impasse continue.

Com o recado dado, Mendes deixou claro que não pretende entrar em embates políticos para resolver o que considera um problema do Legislativo.

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