ELEIÇÕES 2026

Júlio diz que prestígio de Mendes não elege candidatos: “O prestígio é próprio”

Apoiador da pré-candidatura do irmão, o senador Jayme Campos (União Brasil), ao Governo do Estado, Júlio disse que pesquisas internas indicam um cenário acirrado. Segundo ele, Wellington Fagundes (PL) aparece na liderança, seguido por Jayme e, logo depois, por Otaviano Pivetta.

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O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) afirmou que o governador Mauro Mendes (União Brasil) não consegue transferir seu prestígio político aos candidatos que apoia, incluindo o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Segundo ele, o capital eleitoral de Mauro é pessoal e não se repassa automaticamente aos aliados.

Para Júlio, a disputa pelo Governo de Mato Grosso permanece equilibrada, com os principais pré-candidatos tecnicamente empatados. Ele acrescentou que nem mesmo a primeira-dama, Virginia Mendes (União), teria vantagem significativa caso entrasse na corrida com o apoio do marido.

“Já fui governador, sei como isso funciona. O prestígio pessoal não se transfere mais do que 20%. Se o governador Mauro Mendes tem 75% de aprovação, ele consegue repassar ao seu candidato, seja o vice, a esposa ou qualquer outro, no máximo de 15% a 20%. A candidatura precisa ser natural. O prestígio é próprio”, afirmou Júlio.

Como exemplo da dificuldade em transferir votos, Júlio lembrou que, nas eleições de 2024, mesmo com o forte apoio de Mauro Mendes, o então favorito à Prefeitura de Cuiabá, Eduardo Botelho (União Brasil), terminou apenas em terceiro lugar no primeiro turno.

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Apoiador da pré-candidatura do irmão, o senador Jayme Campos (União Brasil), ao Governo do Estado, Júlio disse que pesquisas internas indicam um cenário acirrado. Segundo ele, Wellington Fagundes (PL) aparece na liderança, seguido por Jayme e, logo depois, por Otaviano Pivetta.

“As pesquisas internas mostram o senador Wellington Fagundes na frente, mas com pequena vantagem sobre Jayme Campos e Otaviano Pivetta. Temos três candidatos em condição de empate técnico. A partir de agora, vai pesar quem conseguir mais aliados e mais apoios”, concluiu.

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