O empresário e megaprodutor Eraí Maggi revelou que o Grupo Bom Futuro já conseguiu reaver parte dos R$ 10 milhões desviados em um esquema de notas fiscais falsas investigado pela Polícia Civil. O caso levou à prisão de um ex-funcionário da companhia e de um empresário do setor de transportes.
Em entrevista ao portal Esportes e Notícias, Eraí afirmou que apesar do prejuízo ainda não ter sido totalmente recuperado, a empresa age para fortalecer seus controles internos.
“Já pegamos de volta boa parte [do dinheiro], não vou dizer que pegamos tudo. Mas estamos trabalhando para evitar esses problemas”, afirmou.
O produtor classificou o episódio como “chato” e ressaltou que falhas humanas podem acontecer, embora tragam desconforto e a necessidade de reforço na vigilância.
“É chato, mas isso é uma coisa que nós, humanos, pagamos por isso… É um serviço constante. É como cortar unha: tem que ficar cuidando”, disse.
Esquema simulava transporte de gado
De acordo com as investigações, o esquema consistia na emissão de notas fiscais fraudulentas, simulando fretes de transporte de gado inexistentes.
Os presos durante a operação foram o ex- funcionário do grupo, Welliton Gomes Dantas, Vinícius de Moraes Sousa, empresário e dono da Sousa Transportes.
Ambos são apontados como participantes diretos do desvio milionário. O Grupo Bom Futuro pertence aos irmãos Eraí, Elusmar e Fernando Maggi Scheffer.























