O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi, confirmou que deve deixar o PSB para se filiar ao Podemos durante a janela partidária de 2025. Em tom otimista, o parlamentar afirmou que a expectativa da sigla é eleger seis deputados estaduais nas eleições de 2026, consolidando o partido entre as principais forças políticas do Estado.
“O Podemos é um partido que está se organizando com seriedade, que sabe para onde quer ir e o que representa. Acredito firmemente que faremos seis deputados. Tenho muita confiança na liderança do presidente Ulysses Moraes, que tem tomado decisões com firmeza e conduzido o partido com equilíbrio e diálogo”, afirmou Max Russi, em entrevista à imprensa.
A chegada de Russi que preside o Legislativo estadual e é uma das lideranças políticas mais influentes de Mato Grosso, representa um passo importante na reestruturação do Podemos, que busca se firmar como uma legenda competitiva no cenário estadual.
O Podemos, sob a presidência do ex-deputado Ulysses Moraes, definiu como estratégia limitar o número de parlamentares com mandato na chapa proporcional de 2026. Segundo ele, apenas três deputados estaduais atualmente no exercício do cargo poderão disputar a reeleição pelo partido. As demais vagas serão destinadas a novos nomes, em um movimento que pretende equilibrar a disputa e ampliar o espaço para lideranças emergentes.
“Teremos apenas três deputados com mandato na chapa. As demais vagas serão ocupadas por nomes novos, o que garante igualdade de condições e renovação”, destacou Ulysses Moraes.
Russi reforçou que a decisão tem motivado os integrantes da chapa e estimulado um ambiente de disputa mais justo dentro da legenda.
“A decisão de aceitar apenas três deputados com mandato na chapa para 2026 foi estratégica e motivou muito os integrantes, deixando claro que não há favoritismo. Todos terão oportunidade de disputar as cadeiras. Estou muito contente com esse novo caminho que estamos trilhando”, afirmou.
Com o reforço político, o Podemos aposta em uma chapa proporcional que combina renovação e estrutura regional. A formação inclui lideranças políticas, empresariais e do setor público de diferentes regiões do Estado.
Entre os nomes citados estão Priscila (Alto Araguaia), Valdeníria (Cáceres), Joize Marques, Marcelo Aquino (General Carneiro), Kan (Diamantino), Valcimar (Guarantã do Norte), Karen Rocha (Tangará da Serra), Janailza (São Félix do Araguaia), Gustavo Bang (Nova Xavantina), Adelcino (Pontal do Araguaia), Rafael (Campo Novo do Parecis), Alan Kardec e o próprio Ulysses Moraes.
Russi afirmou que sua migração ao Podemos está alinhada ao desejo de integrar um projeto político de longo prazo, que una lideranças locais e regionais em torno de um plano de desenvolvimento estadual. O parlamentar, que preside a ALMT desde 2021, é visto como um dos articuladores centrais da nova configuração partidária em Mato Grosso.
“É um partido que tem se organizado de forma profissional, com diálogo e clareza. Essa decisão de dar oportunidades iguais a todos os candidatos foi estratégica e motivou o grupo. Estou muito confiante de que faremos uma grande bancada”, completou Russi.
A expectativa do Podemos é disputar as eleições de 2026 com uma das chapas mais competitivas da história da legenda em Mato Grosso, mesclando experiência política e renovação.
Com a entrada de Max Russi e seu grupo, a sigla amplia a base de prefeitos e vereadores aliados, além de atrair novas lideranças do interior do Estado. A projeção é de que o partido tenha presença expressiva em todas as regiões e alcance protagonismo na próxima legislatura da Assembleia Legislativa.




















