"TUDO É POSSÍVEL"

Pivetta quer repetir união de 2022 e aposta em nova aliança entre direita e centro-direita em 2026

A fala ocorre no momento em que o cenário eleitoral começa a se movimentar, com o PL lançando o senador Wellington Fagundes como pré-candidato ao Governo.
Mayke Toscano/Secom-ALMT

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O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmou que acredita na possibilidade de reunir novamente os partidos de direita e centro-direita nas eleições de 2026, repetindo a aliança que garantiu a reeleição dele e do governador Mauro Mendes (União Brasil) em 2022, ainda no primeiro turno.

Durante entrevista nesta segunda-feira (20), Pivetta destacou que o governo segue “em ritmo acelerado” e que o ambiente político é favorável para a construção de uma nova coalizão ampla.

“Tudo é possível. Estamos a um ano da eleição, o Governo continua em ritmo acelerado de trabalho, serviços e obras. Acredito que a gente possa reproduzir essa aliança que reelegeu Mauro em 2022”, afirmou.

Na eleição anterior, o grupo liderado por Mendes e Pivetta contou com o apoio de nove partidos — União Brasil, Republicanos, PL, MDB, Podemos, PSB, PSDB, Cidadania e Pros — e venceu com 68,4% dos votos válidos. Agora, o vice-governador defende que a base política volte a se unir em torno de um único projeto para o Estado.

A fala ocorre no momento em que o cenário eleitoral começa a se movimentar, com o PL lançando o senador Wellington Fagundes como pré-candidato ao Governo.

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Questionado sobre a possibilidade de o partido voltar a compor a mesma frente política, Pivetta evitou citar nomes, mas reforçou que acredita em um acordo amplo dentro do campo conservador.

“Olha, eu acho que pode ser”, disse o vice-govenador.

Nos últimos meses, o vice-governador tem se aproximado de prefeitos filiados ao PL, sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro, que comandam municípios importantes de Mato Grosso. Entre eles, Abilio Brunini (Cuiabá), Flávia Moretti (Várzea Grande) e Cláudio Ferreira (Rondonópolis). Pivetta, no entanto, garante que a interlocução não tem viés eleitoral.

“Esse governo tem prestigiado muito os prefeitos de todos os partidos. Uma vez eleito, para nós deixa de ter partido e atendemos o gestor do município”, afirmou.

Ele ressaltou ainda que a relação institucional entre Estado e municípios é uma prioridade da gestão, independentemente de bandeiras partidárias.

“O que há, desde os novos eleitos, é um trabalho com lealdade aos interesses do povo mato-grossense. Os prefeitos foram eleitos, são autoridades eleitas pelo povo. Nós também fomos eleitos pelo povo. Cabe a nós trabalhar alinhados com os poderes municipais para fazer com que o povo retenha o máximo possível”, disse.

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Pivetta também reafirmou a postura republicana do governo após as eleições municipais, destacando que o trabalho administrativo não faz distinção de partidos.

“Uma vez eleito prefeito ou prefeita, o governo deixa de ter partido. Nós atendemos o gestor desde o início”, completou.

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