Dois homens foram presos nesta terça-feira (14) em uma casa quer era utilizada para falsificar bebidas alcoólicas, no bairro Construmat, em Várzea Grande, durante a Operação Tolerância Zero, da Polícia Militar. A ação também resultou na apreensão de drogas, solventes e dezenas de garrafas de whisky adulteradas.
De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais avistaram três homens em atitude suspeita, que correram para a lateral de uma residência ao perceberem a aproximação da viatura. A equipe iniciou o acompanhamento a pé e conseguiu deter Lucas, o primeiro suspeito.
Um segundo homem, Leonardo, tentou fugir pulando muros de várias casas, mas foi capturado em uma área de difícil acesso. Um terceiro envolvido conseguiu escapar e ainda não foi identificado.
Durante as buscas, a polícia descobriu que a residência era usada como local de falsificação e envase de bebidas alcoólicas. Em frente à casa, os militares encontraram diversas garrafas de whisky vazias e outros materiais utilizados no esquema de adulteração.
No interior de um veículo estacionado na frente do imóvel, foram apreendidas garrafas de solvente, álcool de milho e etanol de cereal, além de uma nota fiscal referente à compra de nove garrafas de etanol hidratado de cereal, indicando o uso de substâncias químicas na produção irregular das bebidas.
Ao ser questionado, Lucas confessou que o local era usado para adulterar whiskys de marcas conhecidas, com o objetivo de revender os produtos falsificados como se fossem originais.
Ainda com um dos suspeitos foi apreendido uma porção de cocaína e uma porção de pasta base de cocaína, além de uma chave veicular. Ele afirmou aos policiais que fugiu por estar com drogas e confirmou que o imóvel pertencia a Lucas.
No total, a equipe apreendeu 89 garrafas de whisky de diversas marcas, incluindo Old Parr, White Horse, Buchanan’s, Jack Daniel’s, Chivas Regal, Red Label e Gold Label. Também foram recolhidas seis garrafas de solvente, três de etanol, uma de corante e dois galões grandes.
Além disso, foram encontrados três celulares, que devem passar por perícia para identificar contatos e possíveis compradores das bebidas falsificada.
























