POLÊMICA DA EDUCAÇÃO

Mendes evita polêmica de Abílio, mas defende a UFMT

Em conversa com jornalistas, Mendes ressaltou que cada gestor deve se responsabilizar por suas declarações.
Secom-GOVMT

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O governador Mauro Mendes, evitou comentar sobre polêmica envolvendo o prefeito Abilio Brunini (PL), que disse o ensino oferecido pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) de “uma bosta”. Além disso, Brunini vem criticando o ensino ofertado pelo estado nas escolas publicas. 

Em conversa com jornalistas, Mendes ressaltou que cada gestor deve se responsabilizar por suas declarações.

“Senhores, não vou ser comentarista das falas de nenhum prefeito de Mato Grosso. Cada um que fale o que quiser e cada um se explique como todo homem público tem o dever de se explicar”, disse o governador.

Durante sua fala, Mendes fez questão de destacar a importância da UFMT para o desenvolvimento de Mato Grosso, e enfatizou que ter estudado na universidade pública transformou sua vida.

 “Tenho o maior carinho pela Universidade. Fui formado lá, sou filho da Universidade Federal de Mato Grosso e tenho muito respeito por aquela instituição e pela grande contribuição que deu, pela oportunidade que me deu de transformar minha vida”

Essa troca de declarações evidencia as tensões políticas e ideológicas no cenário educacional de Mato Grosso. Enquanto o prefeito critica a gestão da universidade, o governador reforça seu apoio à instituição, destacando sua importância na formação de profissionais e no desenvolvimento do estado.

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A declaração de Abilio repercutiu negativamente. Após um pedido do aliado e amigo deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), o chefe do Executivo foi até as redes sociais para se justificar.

Na publicação, o prefeito afirmou que o que quis dizer na declaração foi sobre os problemas que a instituição enfrenta, atualmente, de pessoas que usam a universidade para fazer “militância política de esquerda”, e da falta de segurança no campus.

“Meu comentário sobre a Universidade Federal é sobre os dias de hoje, quando a militância político-partidária parece ser a prioridade. Tem a morte de uma senhora que faleceu assassinada, está tendo muito roubo, muita insegurança dentro da própria instituição e ainda temos uma série de militâncias políticas, muito mais para uma vertente ideológica de esquerda e o compromisso com o ensino de qualidade, que deveria ser prioridade, acaba ficando um pouco de lado”, afirmou.

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