O delegado Bruno Abreu, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), afirmou que a suspeita que a mulher encontrada morta nas dependências da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá, nesta quinta-feira (24), tenha sido esganada. Segundo ele há marcas no pescoço da vítima. A vítima estava seminua.
De acordo com boletim de ocorrência, o corpo foi encontrado pelos seguranças por volta das 7h, em uma área desativada do campus, na antiga associação Master, próximo à Avenida Arquimedes Pereira Lima, conhecida como Estrada do Moinho.
Segundo o delegado, os indícios preliminares apontam para um homicídio, e os exames periciais comprovarão se a vítima foi ou não estuprada. Até o momento a mulher não foi identificada. Segundo o delegado, a vítima estava sem documentos e não tinha tatuagens aparentes que pudessem ajudar em sua identificação.
“Encontramos uma senhora de aproximadamente 50 anos, seminua, só com a parte de cima, só com o sutiã. Aparentemente, conforme o Samu, houve um tipo de relação sexual. Ela está com bastantes marcas no pescoço, está muito inchado. A princípio, me parece sinais de esganadura”.
As equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec), foram acionadas e estão no local.
“O que a gente vai precisar agora é do trabalho do IML para dizer se realmente houve algum tipo de estupro no caso. Entender essas marcas no pescoço dela, se realmente se tratam de esganaduras e se é homicídio. Não tem nada descartado”, afirmou.
“O trabalho do IML vai ser primordial, até para coleta de algum material de sêmen encontrado, se tiver”.
“Tudo é possível, mas o que me parece ali é que houve um homicídio”.
O local em que a vítima foi encontrada é uma área aberta em que qualquer pessoa poderia entrar.
“Pelo que a gente viu, é uma área abandonada, e o local é praticamente de usuário de drogas, pelo cenário que a gente encontrou”, disse.



















