CASO EMILY

Mãe de Emily acredita que assassina não agiu sozinha e pede justiça durante sessão na Câmara

A mãe, Ana Paula Peixoto de Azevedo, acredita que o crime não foi cometido apenas por Nataly Hellen Martins Pereira, de 28 anos, que confessou ter assassinado a menor para ficar com o bebê

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Familiares da adolescente, Emily Azevedo Sena, de 16 anos, assassinada brutalmente na semana na última quarta-feira (12), e que teve seu bebê retirado da barriga de forma cruel participaram na manhã desta terça-feira (18), da sessão Ordinária da Câmara Municipal de Cuiabá. A mãe, Ana Paula Peixoto de Azevedo, acredita que o crime não foi cometido apenas por Nataly Hellen Martins Pereira, de 28 anos, que confessou ter assassinado a menor para ficar com o bebê.

Ao iniciar sua fala na tribuna durante a sessão, Ana Paula não conseguiu ficar de pé e precisou ser amparada pelas vereadoras. Ela, e a tia, Neuza, sentaram junto da presidente da Câmara, vereadora Paula Calil (PL), e desabafou. 

“Como mãe de Emily, imaginava que eu caria como suporte para ela, e não responsável pela filha dela. Eu gostaria muito que todos vocês me ajudassem a encontrar os culpados, para que eles quem presos, porque o que zeram com a minha filha não tem possibilidade de uma pessoa só fazer tudo que foi feito com ela”, disse.

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“Eles têm que pagar pelo que fizeram com Emily. Hoje estou representando muitas mães aqui. Isso tem que acabar, porque minha filha foi um sacrifício vivo nas mãos dessas pessoas”, acrescentou.

A mãe relatou o sofrimento que está vivendo e cobrou do Estado ajude para encontrar todos os envolvidos no crime, pois, ela acredita que não Nataly não agiu sozinha.

“A minha filha tinha o sonho de cuidar da filha dela, estava comprando o enxoval, fazendo tantos planos que combinamos juntas, e agora tudo acabou. Peço justiça por Emily e que os culpados paguem por tudo o que zeram”, ressaltou.

A tia também pediu justiça e aproveitou para destacar que pessoas estariam utilizando da tragédia da família para promover golpes pedindo doações de dinheiro.

“Isso é revoltante. Não estamos pedindo nada e a ninguém”, falou.

Durante a sessão, foi assinada por todos os vereadores uma moção de pesar pela morte brutal da jovem. 

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