O delegado da Polícia Civil, Bruno França, responsável pelas investigações da morte de Luana Bruineis Gonçalves da Silva, de 23 anos, disse que a jovem teve a vida negociada como ‘moeda de troca’ para pagar uma dívida de R$ 2 mil com a organização criminosa Comando Vermelho.
“A menor devia R$ 2 mil para o crime organizado e, em troca do perdão quanto à dívida, aceitou entregar a amiga para morrer. A Polícia Civil acredita que ainda existam mais envolvidos no crime e a investigação não terminou”, informou França em coletiva de imprensa.
Luana atuava como traficante e desapareceu no dia 27 de fevereiro, em Sorriso (a 396 de km de Cuiabá), depois de ser atraída por uma adolescente de 16 anos com a promessa que iria entregar drogas para revenda.
Luana estava indo buscar o filho na creche quando foi abordada pela adolescente, sob a promessa de que iria receber drogas para revender.
A vítima foi levada para uma casa, onde foi sequestrada. O corpo dela foi encontrado enrolado em um lençol em uma região de mata, no dia 2 de março.
Cerca de 10 pessoas foram detidas por envolvimento no crime, de acordo com a autoridade policial. As investigações continuam.























