ELEIÇÕES 2026

Valmir Moretto afirma que é contra federação entre Republicanos, UB e PP: “O meu voto será contrário”

Se os três partidos se unissem numa federação, formariam um dos mais fortes para disputar as eleições de 2026
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O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos), se posicionou contra a ideia de o partido se juntar em uma federação ao PP e ao União Brasil. Moretto afirmou em entrevista ao Cuiabá Notícias que seu voto será contrário à junção das siglas.

A federação entre partidos tem sido uma alternativa adotada por siglas que buscam maior competitividade eleitoral e acesso ao fundo partidário. Republicanos, PP e União Brasil são três partidos grandes, robustos e de centro, que virtualmente ocupam o mesmo espaço no cenário político. Se os três partidos se unissem numa federação, formariam um dos mais fortes para disputar as eleições de 2026.

“Eu sou contrário à federação porque eu não vejo um fortalecimento na federação. Acho melhor cada partido buscar seu fortalecimento individualizado. É lógico buscar também o crescimento. Nós do Republicanos temos que buscar nosso crescimento também no Estado e no país, defender as nossas bandeiras que é a família, o desenvolvimento. É um partido que nasceu na igreja, e nós temos que defender isso. É um partido leve”, dispara.  

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“O União Brasil tem seus princípios, o PP tem seus princípios. No meu ponto de vista, nesse momento para o Republicanos eu não acho interessante. O meu voto será contrário à federação”, completa. 

A federação partidária entre as siglas deve ser definida até o final deste primeiro semestre. Caso se concretize, a formação pode alterar o cenário político estadual e influenciar diretamente a disputa por cadeiras no Legislativo mato-grossense. 

Questionado sobre seu futuro político, Valmir afirmou que ainda é cedo para se falar em eleições de 2026. O parlamentar reforçou que neste momento está focado em trabalhar nos projetos que tragam de

“Meu projeto é trabalhar, trabalhar e trabalhar. 2026 vem aí como toda eleição, a primeira coisa que eu vou fazer é entregar a Deus o caminho que devo seguir. E aí sim, quando tiver que decidir sobre eleição, se vou ser candidato, se vou ser reeleito, vamos deixar isso para 2026”.

Durante a entrevista, o deputado comentou ainda sobre a o projeto de lei, que tramita no Congresso Nacional, que pretende reduzir o período de inelegibilidade de políticos condenados, de oito para dois anos, na Lei da Ficha Limpa. O parlamentar detonou a proposta e acredita ser um retrocesso na legislação. 

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“É um retrocesso. É libertar aqueles que perderam algum ato para beneficiar eleitoralmente. Eu não concordo. Eu quero que a Ficha Limpa seja mantida até que haja mais rigor do que existe”, destaca.

 

 

 

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