O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), concorda com a atitude do Governo do Estado, que decidiu romper o contrato com Concessionaria responsável pelas das obras do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), em Cuiabá e Várzea Grande.
Em conversa com a imprensa na sede das Promotorias de Justiça da Capital, onde Max participou da posse do novo procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Cost. ele disse que a única saída era o rompimento do contrato e que agora, Assembleia espera uma “solução rápida” para as obras.
“Nós temos que acompanhar de perto e esperamos uma solução rápida. O que queremos é a obra pronta. Pelo caminho que a gente acompanhou, a única solução seria o rompimento, porque a empresa já não oferecia mais condições e não estava entregando aquilo que se propôs de entregar na licitação”, pontuou Max.
Max ainda reforçou que espera que o Governo execute a multa sobre o Consórcio e lamentou que a empresa, mesmo sendo grande, não tenha conseguido tocar as obras.
“Espero que o governo execute a multa, o governo falou algo em torno de R$ 50 milhões. Tem que realmente fazer isso porque a empresa veio pegar um projeto, ela fez o projeto, e não deu conta de fazer? É lamentável. E era uma empresa de 70 anos, parece que tinha uma história grande no nosso país”, disse.
“O que precisa, quando acontecer isso, é os responsáveis serem penalizados. Por isso que eu falei, importante é multa, é sanção, é a empresa entender que Mato Grosso tem lei e que os contratos tem que ser cumpridos”, completa.
O parlamentar reforçou que o importante neste momento é que o estado encontre uma solução rápida, reconhecendo que obras tem causado transtornos para os cidadãs, admitindo que também está insatisfeito.
“Eu acredito que está muito ruim, também sou cidadão, eu não estou feliz da forma que está. O que nós não podemos aceitar é que continue da forma que está, com esse transtorno tão grande para a nossa população”, encerrou.
O Consórcio Construtor BRT Cuiabá, que executava as obras, é composto pelas empresas Nova Engevix Engenharia e Projetos S.A., Heleno & Fonseca Construtécnica S.A. e Cittamobi Desenvolvimento em Tecnologia Ltda.




















